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Destaques

Coleção Arezzo em Parceria com a Pantone

Para deixar a nova temporada ainda mais colorida, a Arezzo anuncia uma inédita parceria com a Pantone, autoridade em cores mundialmente reconhecida e referência de lifestyle, união que resultou em uma coleção fresh, divertida e a cara da estação.


Nesta collab, a Pantone traz uma cartela de cores ampla e exclusiva para as novas bolsas e sapatos da Arezzo. Os lançamentos são coloridos por sete tons inéditos, além do preto, que ainda ganharam códigos próprios, número que remete ao padrão internacional para especificação e controle da cor.

Os já desejados tênis da marca são a principal sugestão para quem não abre mão do conforto ou prefere o estilo streetwear, e as flats, sandálias e espadrilles acompanham tanto os momentos mais casuais até as situações que pedem por algo mais especial. Os acessórios também já prometem entrar direto para a lista de desejos - as bolsas, mochilas, pochetes e carteiras são práticas e cheias de informação de moda.

Essa explosão de cores é um incentivo para criaç…

Mãe de Gato


O sono havia chegado, então, com meu tricot, cobri meu filho, que já dormia tranquilamente. Ajeitei meus travesseiros, peguei minha filha nos braços e deitamos. Ela acomodou-se em mim, assim como faz toda noite. Encostou sua barriga na minha, repousou sua cabeça em meu peito e esticou a pata esquerda sobre minha cintura. Ensaiamos um cochilo, até que meu filho entrou em sono profundo e começou a roncar. E foi ao som de um ressono que despertamos. Minutos depois, acostumamo-nos com o barulho e voltamos a dormir, até que algum vizinho chegou e subiu as escadas do prédio, rumo ao seu apartamento, de maneira nada adequada ao horário. E assim, mais uma vez despertamos, porém, desta vez, os três. Meu filho se espreguiçou, deu uma volta ao seu redor e pôs-se a dormir novamente. Já minha filha avistou um inseto no canto do quarto (ou quem sabe um fantasma), mas, tanto faz, pois àquela altura, eu só queria dormir tranquilamente, mesmo que na presença de uma assombração. Então, fiz um cafuné em sua cabeça para que ela perdesse o interesse no inseto-fantasma. Demorou um pouco, mas deu certo. Ela repousou a cabeça em meu braço e dormimos.

Passaram-se duas relaxantes horas de sono até que senti um narizinho gelado em minha bochecha. Era meu filho, mostrando que estava com fome. Levantamos os três da cama e dei-lhes ração, que comeram vagarosamente pois o sono imperava. Enquanto isso, aproveitei para comer algo também. Os três, de volta à cama: cobri meu filho, ajeitei meus travesseiros, peguei minha filha nos braços e nos deitamos, então tudo novamente.



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