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Destaques

Como Fazer um Vaso Suspenso - DIY

Olá

Hoje, vou ensinar a fazer um vaso suspenso. Aqui em casa é a única forma que posso cultivar plantinhas, pois meus filhos (um casal de gatos) comem todas as que estiverem ao alcance deles.
Eu e meu marido montamos o vaso para abrigar uma cebola que brotou na gaveta da geladeira. Todos os materiais que usamos tínhamos em casa, mas, caso você não os tinha pode encontrá-los na Leroy Merlin - me patrocina Leroy?




Você vai precisar de um pote de vidro, mais ou menos dois metros de cabo de aço, uma abraçadeira e uma roldana com parafuso.  

Enrolamos o cabo de aço em volta da boca do pote, com uma das pontas saindo pela trava dele e outra pela tampa. Unimos as duas pontas com a abraçadeira para ficar bem seguro, em seguida passamos o restante do cabo pela roldana, a qual parafusados em uma prateleira, e finalizamos com várias voltas e amarrações do cabo na mão francesa que sustenta a prateleira.  




Muito fácil e lindo!
E você, gostou?

Eu e a MG - Relato de uma crise miastênica



Encontrei esse texto em Dezembro de 2018, o escrevi em Agosto de 2008. Hoje, um pouco mais de
10 anos depois compartilho com vocês.

“Eu tenho Miastenia Gravis, uma doença rara. Sempre tentei escondê-la, o que não foi nada fácil e,
por muitas vezes, até impossível. Não por ter vergonha, mas para figurar ser alguém normal.
Hoje, posso dizer que sou “normal” (com aspas), mas acredito no futuro da medicina e, ainda mais,
em Deus. Sendo assim, espero um dia ser normal (sem aspas).
A Miastenia foi diagnosticada quando eu tinha seis anos, apesar dos primeiros sintomas terem
aparecido com três. Nesta fase iniciaram os problemas de ter uma doença rara. O primeiro foi o
difícil diagnóstico, pois, além de tudo, não tenho a forma mais comum da doença, que é a
autoimune. Em consequência disso, dois dos exames para diagnosticar a Miastenia sempre deram
normais, que são: anticorpos contra o receptor de ACh e Anti-MuSK. Já, a eletroneuromiografia,
outro exame para diagnóstico dessa doença, sempre deu positivo. Diante disso, revelou-se que eu
tenho a forma congênita da doença. Se hoje, ainda não sabem onde realmente está a falha no meu organismo que a causa, imagine há 16 anos.
Não me recordo da fase inicial da doença, só tenho memórias a partir dos seis anos, quando as
crises já aconteciam e a fraqueza era generalizada, acometendo a parte respiratória também. O
que me levou a várias paradas respiratórias e uma que evoluiu para cardíaca.
Recordo bem de passar uma virada de ano na UTI, já do Natal não tenho lembranças, apesar de
saber que estava sim internada. Melhor assim, pois há fatos que prefiro não recordar. Menos ainda
penso em perguntar aos meus pais sobre (que sempre estiveram e continuam ao meu lado), para
que eles não tenham que recordar tudo isso novamente.
A minha mais recente internação teve início com uma dor de garganta na quinta, que no domingo já
era pneumonia. Acontece que quando um miastênico passa por um processo infeccioso, ele pode
desencadear uma crise e foi isso que ocorreu. Na manhã deste domingo, depois de uma noite mal
dormida, acordei com muita dor para respirar, então fomos ao hospital. Vale ressaltar que eu estava
tratando a infecção na garganta desde quinta. Do pronto atendimento fui direto para a UTI, mas
apesar do cansaço extremo ainda conseguia respirar por mim mesma. Na terça, à noite, já no
quarto, comecei a ter falta de ar e não teve jeito: voltei para a UTI e agora com ventilação mecânica.
O medo de perder a batalha para a Miastenia foi grande, porém, maior que ele é a minha vontade
de viver. Depois de oito dias de auxílio respiratório eu passei a respirar por minha conta novamente.
Mais uma batalha vencida!
Sobre a fraqueza maior, não a diária mas sim a que vem com a crise, ela demora o tempo dela para
ir embora, mas eu fico bem. Hoje já sei que por mais difícil que a batalha seja eu a vencerei.”

É isso. Antes, escondia a miastenia até dos mais próximos; hoje, exponho-a para o mundo. Sobre o
que causa a minha forma da doença, já descobriram onde está localizado o defeito que gera a
fraqueza. Ele se dá por conta de uma falha na proteína (Dok-7) que regula a formação de sinapses
neuromusculares.

Um beijo e força para todos!


Seja forte. Seja Feliz.

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hostinger

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