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Destaques

Pilão Inova e Lança Café Solúvel Saboroso Como o Coado

Pilão , marca do café forte do Brasil e líder do setor no país, lança o novo Pilão Solúvel que une a praticidade do solúvel com blend , sabor e aroma semelhantes ao café coado. A inovação tem como objetivo aumentar o número de consumidores na categoria com o perfil sensorial do café coado, o mais consumido pelos brasileiros (66%), de acordo com dados da Organização Internacional do Café (OIC).     Segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Café Solúvel (ABICS), a categoria cresceu 19% nos primeiros quatro meses deste ano tanto no consumo interno quanto nas exportações. Entre janeiro e abril, ao todo, foram 298 mil sacas de 60kg ante 251 mil sacas no mesmo período do ano passado.   “A categoria de cafés solúveis vem conquistando cada vez mais adeptos em todo o mundo, inclusive no Brasil em função da oferta de bons produtos que agregam a facilidade no preparo no dia a dia. Pilão Solúvel traz o DNA da marca, com as características do café encorpado que todo o brasileiro conh

Para pensar

"A ausência de ressentimento, a clarividência sobre o ressentimento – quem sabe se, em última análise, por elas devo também ser grato à minha longa enfermidade? O problema não é simples: há que ter feito a experiência a partir da força e também da fraqueza. Se algo em geral se deve objectar contra a doença, contra a fraqueza, é que nela o genuíno instinto da cura, isto é, o instinto de defesa e de combate, se enfraquece no homem. Não sabemos desembaraçar-nos de nada, não sabemos acabar seja com o que for, nada sabemos repelir –tudo nos fere. O homem e a coisa aproximam-se de modo obstrutivo, as vivências afectam-nos com demasiada profundidade, a recordação é uma ferida purulenta. Estar doente é também uma espécie de ressentimento. – Contra isto o doente tem apenas um grande remédio – dou-lhe o nome de fatalismo russo, aquele fatalismo sem revolta, com que um soldado russo, para o qual é demasiado dura a campanha, se deita por fim na neve. Nada mais tomar em geral, não absorver em si seja o que for – não mais reagir... A grande razão deste fatalismo, que nem sempre é apenas a coragem para a morte, conservador da vida nas circunstâncias para ela mais perigosas, é a redução do metabolismo, o seu retardamento, uma espécie de vontade de hibernação. (...) Porque o homem se esgotaria demasiado depressa,se em geral reagisse, então não reage: eis a lógica(...), o modo mais desvantajoso de reagir: condiciona-se assim um rápido desgaste de energia nervosa, uma intensificação doentia de secreções nocivas, por exemplo, a bílis no estômago. "

Nietzsche Friedrich

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