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Destaques

AMARO - Sale

A Amaro está em liquidação de inverno com descontos que podem chegar até 80% ao longo da SALE. A ação, que iniciou hoje e vai até 18/08, terá programação de descontos diferente a cada semana. Opções de roupas, sapatos, moda praia e acessórios estão entre a seleção de modelos que estarão disponíveis no site, Guide Shop e app da marca.

Durante todo o período da ação as clientes poderão participar ativamente da escolha das categorias que receberão um desconto extra. A marca que possui a cliente no centro do seu negócio, irá publicar toda sexta-feira uma survey nos stories e site dando duas opções de linhas para as consumidoras decidirem qual deve ter a sua porcentagem de desconto ampliada. A vencedora será revelada toda segunda-feira.
Os Guide Shop também receberão ativações que prometem agradar. Durante a segunda semana da SALE as consumidoras poderão interagir com uma máquina de descontos e retirar a porcentagem de desconto que irão receber nas suas compras do dia, podendo variar de R$10…

Para pensar

"A ausência de ressentimento, a clarividência sobre o ressentimento – quem sabe se, em última análise, por elas devo também ser grato à minha longa enfermidade? O problema não é simples: há que ter feito a experiência a partir da força e também da fraqueza. Se algo em geral se deve objectar contra a doença, contra a fraqueza, é que nela o genuíno instinto da cura, isto é, o instinto de defesa e de combate, se enfraquece no homem. Não sabemos desembaraçar-nos de nada, não sabemos acabar seja com o que for, nada sabemos repelir –tudo nos fere. O homem e a coisa aproximam-se de modo obstrutivo, as vivências afectam-nos com demasiada profundidade, a recordação é uma ferida purulenta. Estar doente é também uma espécie de ressentimento. – Contra isto o doente tem apenas um grande remédio – dou-lhe o nome de fatalismo russo, aquele fatalismo sem revolta, com que um soldado russo, para o qual é demasiado dura a campanha, se deita por fim na neve. Nada mais tomar em geral, não absorver em si seja o que for – não mais reagir... A grande razão deste fatalismo, que nem sempre é apenas a coragem para a morte, conservador da vida nas circunstâncias para ela mais perigosas, é a redução do metabolismo, o seu retardamento, uma espécie de vontade de hibernação. (...) Porque o homem se esgotaria demasiado depressa,se em geral reagisse, então não reage: eis a lógica(...), o modo mais desvantajoso de reagir: condiciona-se assim um rápido desgaste de energia nervosa, uma intensificação doentia de secreções nocivas, por exemplo, a bílis no estômago. "

Nietzsche Friedrich

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