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Destaques

SALVATORE FERRAGAMO: Campanha Primavera-Verão 2021

Suspense, intriga e belas estrelas na campanha primavera-verão 2021 da Salvatore Ferragamo - “Director’s Cut”. Cortada diretamente pelo diretor indicado ao Oscar Luca Guadagnino da atmosfera do filme para a coleção, a campanha de Salvatore Ferragamo para a primavera-verão 2021 é uma obra-prima de refinamento do suspense. O portfólio de fotos e um curta, com curadoria de Guadagnino ao lado do diretor criativo Salvatore Ferragamo, Paul Andrew, se baseia no filme inspirado em Alfred Hitchcock, ambientado em Milão, que foi exibido antes do desfile de moda em setembro de 2020. Concebida como uma homenagem a Hollywood – o local do primeiro sucesso de nosso fundador – e a Milão – o local da expressão da moda de Salvatore Ferragamo no século 21 – a campanha combina nossa herança de artesanato artístico e inovação técnica. O elenco de Guadagnino é composto por Mariacarla Boscono, Maggie Cheng, Jonas Glöer, Samer Rahma e Anok Yai. A alquimia do olho do diretor os reúne em uma série de mise-en-sc

Para pensar

"A ausência de ressentimento, a clarividência sobre o ressentimento – quem sabe se, em última análise, por elas devo também ser grato à minha longa enfermidade? O problema não é simples: há que ter feito a experiência a partir da força e também da fraqueza. Se algo em geral se deve objectar contra a doença, contra a fraqueza, é que nela o genuíno instinto da cura, isto é, o instinto de defesa e de combate, se enfraquece no homem. Não sabemos desembaraçar-nos de nada, não sabemos acabar seja com o que for, nada sabemos repelir –tudo nos fere. O homem e a coisa aproximam-se de modo obstrutivo, as vivências afectam-nos com demasiada profundidade, a recordação é uma ferida purulenta. Estar doente é também uma espécie de ressentimento. – Contra isto o doente tem apenas um grande remédio – dou-lhe o nome de fatalismo russo, aquele fatalismo sem revolta, com que um soldado russo, para o qual é demasiado dura a campanha, se deita por fim na neve. Nada mais tomar em geral, não absorver em si seja o que for – não mais reagir... A grande razão deste fatalismo, que nem sempre é apenas a coragem para a morte, conservador da vida nas circunstâncias para ela mais perigosas, é a redução do metabolismo, o seu retardamento, uma espécie de vontade de hibernação. (...) Porque o homem se esgotaria demasiado depressa,se em geral reagisse, então não reage: eis a lógica(...), o modo mais desvantajoso de reagir: condiciona-se assim um rápido desgaste de energia nervosa, uma intensificação doentia de secreções nocivas, por exemplo, a bílis no estômago. "

Nietzsche Friedrich

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